25 de mar de 2011

Vídeo 'Resgatando velhos conceitos para o futuro da cidade'

Agradeço ao Mauro pelo envio do vídeo "Resgatando velhos conceitos para o futuro da cidade: caso de estudo São Luís". Este vídeo foi-me indicado como complementação ao post Caos no transporte coletivo de São Luís, de 24/03. O vídeo refere-se ao crescimento urbano da cidade e nos dá ideias de como organizar e melhor estruturar o trânsito e o transporte em nossa cidade.


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Um pouco de Astrologia: respeito ao outro.

Dando uma olhada no noticiário do MSN, me deparei com o artigo intitulado Saturno em Libra: respeito ao outro. Mas diante das abordagens específicas da astrologia, uma me chamou a atenção. Trata-se de algumas dicas de etiqueta, que pessoalmente, considero relevantes para a relação com o outro e para com a nossa vida em sociedade. Vamos lá!
  • Não interrompa o outro enquanto ele fala. Interromper um pouco pode acontecer, mas se for constante corta o fluxo da troca e até a graça da conversa. Aprenda a ouvir com atenção e interesse.
  • Também não complete frases da outra pessoa, pois isto também atrapalha o raciocínio e a expressão, além de ser sinal de impaciência. Conversar é uma das poucas coisas que não mudaram com a tecnologia e ainda precisa de tempo e atenção.
  • Não jogue lixo no chão, não importa o quanto o chão já esteja sujo.
  • Não caminhe atropelando e empurrando as pessoas. Agindo assim, você pode até machucar alguém.
  • Não fale muito alto desnecessariamente. Até mesmo falar alto em casa, se você tiver vizinhos muito próximos, acaba por incomodar. Que dirá colocar som alto.
  • Quando um amigo ou familiar disser que não quer fazer algo, respeite. Cada um tem direito a sua escolha.
  • Se tiver necessidade de procurar alguém muitas vezes para te ajudar, lembre-se também de perguntar a esta pessoa como ela está. E realmente ouça a resposta.
  • Elogie, vibre com o sucesso de pessoas próximas, comemore! Faça isto mesmo que não seja um dia em que você esteja bem, pois nós todos precisamos de incentivo e, se o outro for uma pessoa legal, também vai gastar um tempo para te consolar depois.
  • Seja capaz minimamente de manter os acordos firmados. Lembre-se que quase todo mundo tem uma vida corrida e ficar mudando compromissos em cima da hora frustra e pega os outros de surpresa. É claro que ocorrem imprevistos, mas faz parte do respeito ao outro entender que quando combinamos algo criamos uma expectativa que espera ser preenchida.
  • Respeite horários. Tempo é uma das coisas mais disputadas hoje em dia, e, quando você chega atrasado sistematicamente, ou faz os outros esperarem enquanto você realiza outras coisas, está mostrando sinal de desconsideração.
  • Atue de maneira impecável com dinheiro e objetos. Se pedir algo emprestado, respeite o prazo que foi estabelecido para a devolução.
  • No território do outro, as regras são dele. Assim, por exemplo, se você vai precisar ficar na casa de um parente, descubra seus hábitos e regras e adeque-se a elas. 
Interessante, não?! Algumas vezes na vida já nos deparamos com essas dicas, mas como lições a serem seguidas para o bom comportamento em sociedade. Saber falar na hora certa, não interromper demais, ouvir o outro... são aspectos importantes para se manter os relacionamentos, sejam eles sociais ou afetivos. Outros nos remetem a aquilo que chamamos padrões da boa educação.. mas o fundamental é, saber se colocar no lugar do outro e respeitar o espaço do outro. São dicas que alguns de vocês já devem estar cansados de ouvir, mas que não custa nada lembrar, afinal, vivemos num mundo onde o 'eu' prevalece mais que o 'nós' e o respeito ao próximo quase não existe mais. Caso você se interesse pela matéria na íntegra, clique no título do artigo citado acima e boa leitura!

24 de mar de 2011

Caos no transporte coletivo de São Luís ou falta de estrutura para atender a grande demanda de veículos e pessoas?

Desde a terça-feira, após a manifestação de passageiros no Terminal do São Cristovão em São Luís, a situação do sistema de transporte coletivo tem sido assunto nas manchetes de nossos jornais. O preço da passagem de ônibus é de R$ 2,10, aumento este que gerou descontentamento da população que acha caro o valor do transporte se pensado nas condições em que os passageiros são submetidos diariamente nos transportes coletivos. Além da espera longa, seja nas paradas de ônibus ou nos terminais de integração, a superlotação é um problema constante. E foi justamente por esses problemas que manifestações vêm ocorrendo, a reivindicação é pela melhoria da qualidade do serviço prestado a população.

Nas paradas de ônibus o que se percebe é o próprio descaso, são paradas de ônibus sem nenhuma proteção... sem nem ter onde 'ficar em baixo' em caso de chuva, e nos dias de sol escaldante, o jeito é se esconder atrás da poste, isso, se tiver um próximo. Nos terminais de integração, o desespero é ainda maior. Não há uma estrutura organizada, onde os passageiros desembarcam é o mesmo local onde acontece o embarque de outros.. o empurra empurra e o desrespeito com quem desce é perceptivel. A disputa para ver quem consegue entrar primeiro e conseguir um lugar para sentar é outra situação. Assim, como é perceptível o desrespeito por idosos, crianças, gestantes e pessoas com deficiências.. 
Falta de educação por parte da população? Também. Mas talvez se o número de transportes coletivos fossem maiores e não tivessem de esperar horas, apenas na espera do transporte coletivo, para chegar aos seus destinos, isso não aconteceria.
As vias também são outro problema. São buracos em quase todas elas. Não comportam o grande número de veículos que circula diariamente em São Luís, e em horários de pico os engarrafamentos são quilomêtricos. Já cheguei a passar duas horas somente para chegar ao Terminal do São Cristovão. Brincadeira? Não. É a realidade de quem precisa do transporte público para chegar a escola, ao seu local de trabalho, para ir ao hospital... 
Essa é a nossa realidade.
Ontem, no Terminal do São Cristovão, já por volta das 18:00, pude perceber que para algumas localidades, foram colocados ônibus "especiais" para atender a grande demanda de passageiros. Somente no sentido Santa Clara, foram três ônibus seguidos e todos sairam LOTADOS. Por outro lado, não deixei de perceber que os ônibus "especiais" que estavam circulando estavam em péssimas condições, já deteriorados pelo tempo e pelo uso (com certeza), era visível também a ferrugem próximo as portas dos veículos. E a impressão que me passou foi que retiraram aqueles ônibus que por já estarem sem condições de circulação e que, por isso, estavam a meses ou anos parados, para rodarem de novo. Se for esse o caso, consta aqui o perigo e o total descaso com a população que necessita do transporte coletivo em São Luís.

23 de mar de 2011

“Quando você cresce, seu coração morre”

Hoje estarei postando um artigo muito interessante (pelo menos eu o achei, e até, parecido com as angustias que batem em meu coração vez ou outra), da autora Alessandra Castro, colunista do Imirante.com. Fala de como a gente vai perdendo a nossa infância aos poucos, chegando na vida adulta somente com algumas poucas lembranças desse tempo que passa rápido. Pessoalmente, sinto uma saudade enorme dos meus tempos de criança, de toda a inocencia que nos envolve quando pequeninos, da nossa maneira de enxergar esse mundo, que aos poucos vai se mostrando tão cruel. Eu ainda não tinha encontrado um texto que descreve esse sentimento... e eis aqui a íntegra do mesmo:

"E eis que em poucas semanas eu completo 25 anos. Isso mesmo caro leitores, um quarto de século, vinte e cinco primaveras e todas essas besteiras do tipo. Como me sinto? Ultrajada acho que é a palavra.
Não, na verdade creio que insultada se adéqua bem melhor para definir meus sentimentos. E sabem o porquê disso? Por que de repente eu me toquei que está passando tudo rápido demais.
Parece que foi ontem em que eu acordava empolgada para chegar ao primeiro dia de aula e dar de cara com rostos novos na sala. Parece que foi antes de ontem que eu saía logo após o almoço com o sol a pino com minha vira lata ao lado explorando terrenos baldios imaginando que na verdade eu era uma grande arqueóloga em meu campo de pesquisa. Parece que não faz nem uma semana quando prometi ao meu amigo que iríamos juntos achar a Atlântida e colher o lucro disso.  Parece que faz um mês em que eu penteei os cabelos dentro da igreja, durante um trabalho do colégio sobre os vitrais e após levar bronca do padre pelo ato perguntei para ele se Jesus por acaso andava descabelado por aí. Parece, mas não faz.

Nem dias, nem semanas e nem meses. Todos os momentos acima citados são coisa de anos passados. Insultada, sim, é como eu me encontro agora, pois por incrível que pareça ninguém me disse que isso ia acontecer, que de repente eu ia acordar e dar de cara no espelho com alguém completamente diferente. Claro que não estou dando uma de vítima aqui.
É lógico que todo mundo passa por isso e sinceramente me surpreende que o ser humano continue funcionando após sair de cada etapa da vida, principalmente uma tão importante como a infância. Digo funcionar porque em cada período de desenvolvimento nós vivemos intensamente o que está ao nosso redor. Aquela é a nossa realidade e o futuro é algo teórico. Existe um senso de ordem nas coisas e quando passamos por uma mudança como atingir a adolescência ou a fase adulta, essa transformação mesmo que não seja bruta tira do eixo as percepções que ali estavam.
Preocupações, crenças, sonhos, anseios, gostos… Todos estes ingredientes que tornam um ser em humano são modificados. Não violentamente, mas machuca e espanta do mesmo jeito. Creio que acontece pela troca de peso por assim dizer. É como se em todas as fases da vida você ganhasse um novo acessório para carregar suas coisas.
Quando criança, uma lancheira. Lá você coloca a sua fé nas fábulas, seu desejo por brinquedos, sua preocupação com fantasmas, seu gosto pelo ar livre e doces. Na adolescência o compartimento torna-se uma mochila no qual você joga lá dentro seu nervosismo com o sexo oposto, sua confiança em Deus, seus planos de ser muito rico e sair de casa aos 23, sua ambição em ganhar um carro ao passar no vestibular,  sua vontade de ouvir rock and roll em alto e bom som. Aí você é finalmente adulto e passa a usar uma mala, como eu disse, mais pesada, mais grossa, mais chata de carregar.
Na mala cabe mais coisas e olha só isso, o compartimento das preocupações é o maior de todos. Dinheiro, dívidas, família, relacionamento, carreira, amizade, aparência e dinheiro de novo. São apenas alguns dos vários elementos que se encontram neste cômodo. O resto tal como os sonhos e as crenças ainda persistem, mas às vezes ficam esquecidos. Em algum local dentro da mala, acumulando poeira e comidos pelo tempo.
O ruim é que achamos difícil aceitar isso e sempre queremos olhar para trás, mesmo que isso não leve a nada, mesmo que você na verdade não consiga totalmente, pelo simples fato de que não é mais capaz. Nós vamos embora e partimos rapidamente.
O que sobra são lembranças. Vemos fantasmas pequenos assistindo desenhos animados e comendo biscoito com suco em uma tarde ensolarada. Enxergamos esses espíritos baixinhos com os joelhos ralados e correndo de um lado para o outro em um jogo de queimada. Testemunhamos essas aparições ‘ficarem de mau’ com seus amiguinhos para depois resolverem tudo da forma mais simples possível.
É inevitável olhar para trás, mas nem é tão necessário assim. Na nossa mente nós sempre vamos amar essas crianças, sempre.  A criança que existiu e que um dia foi o repositório de tudo que poderíamos ter nos transformado não será esquecida.
Mas se eu pudesse realmente ficar frente a frente comigo eu diria para afastar-me. Afastar-me dos carros em alta velocidade, das pessoas estranhas, do vento frio inexplicável, dos objetos pontiagudos, das tomadas, do tempo.  Diria para se afastar e pediria para essa Alessandra menor sair andando com um sorriso no rosto, com uma boa melodia na cabeça e algumas guloseimas no bolso.
Falaria para ela seguir adiante, ao encontro de tudo quanto existe na vida, com toda a coragem que puder encontrar, toda a crença que puder convocar. Explicaria que é preciso ser forte, franca, ousada e que enfrente o que está por vir aproveitando cada instante. Porque vai  passar rápido menina. Malditamente rápido."

Fonte: http://colunas.imirante.com/platb/alessandracastro/

16 de mar de 2011

Curiosidade: Tsunami

Diante do caos que toma conta do Japão, primeiro pelos terremotos em grande escala e depois pela tsunami que se seguiu, com certeza, alguns de nós já nos perguntamos sobre a ameaça que corremos de sofrer um desastre natural desse tipo, já que moramos na zona litoranea no país. Respondendo a este questionamento, o Prof. Dr. Antonio José Silva Oliveira - Doutor em Física Atômica e Molecular, Dep. de Física e vice-reitor da Ufma - explica:

"Um tsunami ou maremoto é um conjunto de ondas causada pelo deslocamento de um grande volume de massa,como um oceano ou um grande lago. Eles são causados por terremotos, erupções vulcânicas, impactos de meteoros ou corpos celestres, outras explosões submarinas (detonações de artefatos nucleares no mar), deslizamentos de terra e outros movimentos de massa além de outros distúrbios acima ou abaixo da água.
No caso especifico que aconteceu no Oceano Pacifico, na região nordeste do Japão,o fenômeno foi provocado por um forte terremoto que alcançou uma magnitude de 8,9 graus na escala Ritcher, formando ondas de até 10 metros de altura.
Os continentes estão em movimento continuo que se apóiam em placas tectônicas, que como balsas da crosta terrestre se colidem e se afastam, navegando sobre o material mais mole que fica abaixo. Para melhor compreensão as placas tectônicas são como uma casca de um ovo quebrada em varias partes. Embora tenha fluidez, o deslocamento das placas provoca atrito acumulando energia, gerando falhas geológicas. Embora apareça simples mais antes que aconteça a falha, que são de vários tipos, é necessários que a energia vença a resistência e a estrutura das rochas. No momento que a energia vence haverá uma acomodação das placas, liberando energia na forma sísmica causando o terremoto e a formação de falhas.
O tsumani acontece porque o choque entre as placas provoca um tremor de terra no fundo do mar provocando o aparecimento de várias ondas. Pode-se observar isto utilizando um recipiente cheio de água, uma bacia, por exemplo, e desse uma batida no seu fundo. Quanto mais intensa for a batida maior será o numero de onda e com menor comprimento de onda. Esta relação é importante pois quanto menor o comprimento de onda mais rápida esta onda se descola, chegando a uma velocidade de 800 km/h, não tendo uma rápida atenuação. A medida que essas ondas se propagam e encontram obstáculos, como a depressão do terreno nos continentes, ela se somará, aumentando a amplitude formando ondas gigantes, invadindo a superfície. Por isso que um sinal visível da chegada de um tsunami é o esvaziamento muito rápido do mar na costa dos continentes.
No Brasil a ocorrência de terremotos de magnitudes consideralveis são raros, como toda costa leste da América, costa oeste Africana e Europa.
Para que um Tsumani desta magnitude atingisse a Ilha de São Luís o tremor ou outro fator que o gerasse deveria acontecer no Oceano Atlântico ou golfo do México."

Fonte: www.elo.com.br/portal/notícias

O perigo mora... aqui

Socializo com vocês um e-mail que acabei de receber de um grande amigo. Fala um pouco da tragédia que ocorreu e ocorre no Japão nestes últimas dias e também nos alerta, mais uma vez para o perigo que as usinas nucleares representam. Abaixo, a íntegra do e-mail e fica o convite para o chat que ocorrerá 16 de março (amanhã), das 16hs as 17hs, o link para o mesmo estará divulgado na matéria abaixo.

"Olá, ciberativista
Não bastou o terremoto. Não bastou o tsunami. Veio o acidente nuclear para piorar a situação no Japão.  Nossas angústias permanecem com o povo japonês, que agora, além de ter que recompor o país, precisa lidar com uma crise causada pelos riscos inerentes ​​das usinas nucleares.
Há quase 40 anos, o Greenpeace alerta o mundo sobre os perigos da energia nuclear. Os inúmeros avisos, no entanto, não contribuem para minimizar a dor das pessoas que perderam suas famílias, amigos, casas, empregos. Por isso, antes de tudo, queremos mandar nosso mais profundo sentimento de solidariedade a todos os japoneses e seus familiares.
Olhando o desastre no Japão, fica claro que ao grau de devastação das forças da natureza junta-se agora à tragédia nuclear, fruto da imprevidência e da aposta num tipo de energia cuja essência é a destruição. Ela também está perto de nós, aqui no Brasil.
As usinas Angra I e II passam frequentemente por pequenos acidentes. Elas estão em terreno arenoso, próximas ao oceano e entre as duas maiores cidades do país. Qual é o plano do Brasil para evacuar as pessoas que moram em um raio de 20km dessas usinas, como fez o Japão?

Por que nossas usinas nucleares não são tão seguras como dizem as empreiteiras e o governo e por que investir nelas quando há outras formas de geração mais baratas, limpas e infinitamente menos ameaçadoras? 

Para esclarecer todos os riscos da energia nuclear e quais são os tipos de energia mais seguros para o Brasil, convidamos você a participar de um bate-papo online com Ricardo Baitelo, coordenador da campanha de energia do Greenpeace.

O chat acontece nesta quarta-feira, dia 16, das 16h às 17h, horário de Brasília, aqui.
Traga suas dúvidas, convide seus amigos, divulgue no twitter e no seu facebook. Ajude-nos a fazer do Brasil um lugar mais seguro e limpo."

Fonte: Greenpeace
 

1 de mar de 2011

Convite Chá de Bebê - Menina

Hoje estarei postando o convite elaborado para o chá de bebê de uma grande amiga minha, que espera o seu primeiro bebê, uma menina. Aceitei a solicitação com muita felicidade!
O convite foi elaborado a partir de uma moldura encontrada no blog Amanhã é outro dia, e editado conforme o pedido da anfitriã da festa. O resultado foi este:


Um convite simples, leve, delicado e muito bonito! Para a minha amiga, só tenho a desejar muitas felicidades e que essa criança venha para iluminar a sua vida e de toda a sua família. Sem contar que todos nós já a esperamos cheios de amor e carinho para dar. E vocês, o que acharam do convite?